O gerenciamento do lixo hospitalar conta com diversos passos a serem seguidos, hoje o Blog Econosp irá falar um pouco mais sobre acondicionamento. Seguindo a linha cronológica das etapas do gerenciamento de RSS, o acondicionamento se enquadra na terceira etapa, logo após a segregação.
Acondicionar está relacionado com o ato de recepcionar ou embalar os resíduos previamente segregados ou separados, em sacos ou recipientes que evitem vazamentos e que sejam resistentes a rupturas. Mas por que sacos resistentes? Bem, alguns dos lixos hospitalares apresentam certos riscos associados, com isso é importante que o saco ou recipiente que o armazene seja rígido e resistente para evitar possíveis vazamentos ou contato desses resíduos com outros materiais ou até mesmo com as pessoas que realizam o seu manejo. É importante destacar que os tipos de acondicionamento irão depender da tipologia do resíduo a ser descartado. Para ficar mais claro, explicaremos cada tipologia:
Os resíduos infectantes, aqueles do Grupo A, devem ser acondicionados em recipientes rígidos com tampa feitos de material lavável e resistente. Estes recipientes devem ser forrados com sacos brancos leitosos (para o grupo A4) e sacos vermelhos para os outros subgrupos, corretamente identificados.

Os resíduos do Grupo B (químicos) devem ser acondicionados em recipientes rígidos que sejam feitos de material adequado ao conteúdo.
Os resíduos do Grupo D, também conhecidos como não perigosos, também devem ser acondicionados em recipientes rígidos com tampa feitos de material lavável e resistente. Mas devem ser forrados com sacos pretos.
Os resíduos perfurocortantes (Grupo E) podem ser acondicionados em caixas de papelão especializadas e identificadas para este fim que também devem ser forradas com sacos brancos leitosos.
