Classificação para RSS: Afinal, preciso decorar a Conama 358?

Muitos pensam que para gerenciar os resíduos de saúde corretamente é preciso decorar a legislação. Se você acompanha os conteúdos da Econosp sabe que não é por aí. Cada estabelecimento de saúde tem suas peculiaridades, será que você vai conseguir decorar tudo o que está na Resolução Conama?

Provavelmente não. Com isso, no blog de hoje nós iremos te mostrar uma maneira Econosp de como classificar os resíduos sem precisar dessa “decoreba” toda.

Você sabe que a Conama classifica os RSS em 5 principais grupos:

O primeiro importante ponto que podemos abordar é que DECORAR é diferente de APRENDER. Uma vez que se entende e aprende o porquê de cada coisa você fica mais preparado e com a mente mais aberta na hora de classificar cada tipologia de resíduo. Então não decore que o grupo A é o grupo dos infectantes ou que o grupo B é dos químicos, aprenda o porquê de um resíduo apresentar tal classificação.

O segundo ponto que podemos abordar é justamente saber diferenciar os 5 principais grupos dos RSS. Por exemplo, imagine que você é o gestor ambiental de uma clínica dermatológica e percebe que o local tem uma alta geração de resíduos perfurocortantes – devido a uma grande utilização de agulhas para a aplicação de Botox. Como vimos aqui Blog Econosp passado os resíduos perfurocortantes podem apresentar outras características perigosas como riscos infectantes ou químicos associados. Entender e saber diferenciar esses grupos irá te auxiliar no processo da gestão de resíduos no local.

O terceiro e último ponto está ligado a identificação das características do resíduo. Como assim? Bem, nessa etapa você irá tentar identificar e elencar o máximo de pontos que você sabe sobre aquele resíduo.

Quer saber como? Siga o exemplo abaixo:

Imagine que estamos tratando de uma gaze. Quais são as características de uma gaze? Ela serve para absorver sangue ou outros fluidos. O material em questão apresenta algum perigo? Se sim, qual? A gente pode perceber que a gaze apresenta uma quantidade muito alta de sangue e isso irá fazer com que aquele material ali possa apresentar um potencial risco infectante. E o risco infectante é pertencente a qual grupo? O grupo A.


Vocês conseguiram capitar a linha de raciocínio do exemplo? Conseguem perceber que há uma lógica por trás de primeiro tentar entender qual é o resíduo em questão, entender seus perigos para assim poder classifica-lo?


Portanto, podemos finalizar o blog com um seguinte pensamento. Não pense que você irá conseguir decorar todos os tipos de RSS! Entenda e aprenda o nosso método e nunca mais fique na mão.

0011

Voce quer aprender a faturar com gestão de residuos de saude?

Confira outros Artigos:

Saiba mais sobre a Econosp!

Seu negócio mais sustentável através da gestão de resíduos de serviço de saúde. Temos método claro e eficiente para implementar, acompanhar e otimizar a gestão de resíduos de serviço de saúde.